quinta-feira, 30 de junho de 2011

Em treino de luxo para a fase final da Liga, Brasil volta a encarar a Polônia Com vaga como primeiro do grupo garantida, seleção brasileira já começa a se preparar para etapa decisiva, e Bernardinho deve fazer novos testes no time


Depois de garantir a classificação para fase final da Liga Mundial como líder do Grupo A na quarta, a seleção brasileira já começa a pensar na etapa decisiva, que começa no dia 6 de julho. Com isso, o segundo confronto com a Polônia, que acontece nesta quinta-feira, às 15h30m (de Brasília), ganha ares de treino de luxo para o time de Bernardinho. O SporTV transmite o duelo ao vivo.
- O mais importante é que o time está ganhando uma cara boa, que é o que queremos neste momento – destacou o meio de rede Lucão.
Na vitória por 3 sets a 1 desta quarta-feira, em Katowice, na Polônia, Bernardinho já aproveitou para fazer testes na equipe, dando oportunidades para reservas. A ideia do treinador é repetir a estratégia nesta quinta.
- Todos estão muito motivados e prontos para quando houver uma oportunidade. O Brasil tem um grupo de jogadores de muita qualidade e é importante que todos estejam com ritmo de jogo e confiança na fase final – afirmou o central Sidão, um dos que teve oportunidades nesta quarta.

Brasil bate Polônia fora de casa e vai como líder às finais da Liga Mundial Em dia pouco inspirado, Murilo marca apenas cinco pontos. Théo, substituto de Vissotto, é o melhor da partida. Times voltam a jogar nesta quinta-feira


Bastava vencer dois sets. Depois de faturar um, perder outro e levar alguns puxões de orelha de Bernardinho, a missão estava cumprida. Classificada desde o fim de semana às finais da Liga Mundial, a seleção brasileira de vôlei assegurou a liderança do Grupo A nesta quarta-feira, contra a Polônia. Dante foi titular pela primeira vez; Giba e Rodrigão ficaram no banco. E se Murilo não estava em dia inspirado - marcou o primeiro de seus cinco pontos apenas na terceira parcial -, o time teve em Théo e Sidão as bolas de confiança para segurar os donos da casa e fechar por 3 a 1: 25/23, 18/25, 25/16 e 26/24. As equipes voltam a se enfrentar nesta quinta, às 15h30m (de Brasília), em jogo que encerra a fase classificatória, com transmissão do SporTV. Veja, no vídeo ao lado, os melhores lances da vitória.
O duelo desta quarta foi um aperitivo para a fase final, de 6 a 10 de julho. A Polônia, classificada por ser a sede, lotou o ginásio Spodek. Caso sejam ultrapassados pelos Estados Unidos, os donos da casa eliminam o segundo colocado de pior desempenho entre os quatro grupos. Na sexta e no sábado, os americanos recebem os porto-riquenhos, já eliminados. O Brasil tem 27 pontos, contra 18 de Polônia e EUA.
Quando chegou ao Spodek nesta quarta, o time de Bernardinho foi recebido com música brasileira. Aquele palco, para o treinador, remetia a boas lembranças. Ali, em 2001, ele conquistou seu primeiro título no comando da seleção, justamente o da Liga Mundial. Agora, tenta levar a equipe ao decacampeonato.

- Estávamos preocupados sobre como o time reagiria no aspecto físico à longa viagem que enfrentamos, mas a equipe se portou muito bem. Tínhamos o compromisso de fazer um bom jogo, independentemente desta situação e do fato de estarmos classificados. Ainda cometemos alguns erros que não deveríamos, ainda tivemos altos e baixos, mas o espírito que a equipe apresentou me agradou bastante - disse o treinador.
Sem poder contar com Leandro Vissotto, com uma lesão na coxa esquerda, Bernardinho chamou Wallace para viajar com o time para a Polônia. Mas a vaga de titular, como previsto, foi de Théo, destaque nas partidas contra os EUA. Nesta quarta, ele foi o maior pontuador - 20 pontos - e ganhou o troféu de melhor do jogo. Sidão anotou 13.

Foi de Théo o primeiro ponto de ataque da seleção, quando perdia por 2 a 5. Empurrada pela torcida e comandada por Bartman e Kurek, a Polônia saiu na frente. Lucão, em ataque pela esquerda, encostou em 6 a 7 e, depois de um saque forçado, conseguiu empatar. Théo levou a seleção ao tempo-técnico com vantagem de um ponto.
Dante marcou o 12º ponto do time, seu primeiro na partida. Théo, de bloqueio, abriu dois pontos pela primeira vez. Mas a Polônia seguiu na cola e, na segunda parada-técnica, estava na frente. Foi a vez de o Brasil farejar o empate. Conseguiu no 18º, no 19º, no 20º, este depois de um péssimo saque de Bakiewicz. Sidão deu o troco, com um ace. Após um longo rali, o melhor do jogo até então, Théo marcou o 22º ponto e foi comemorar com Bernardinho. Depois, explorou o bloqueio, e Dante conseguiu o primeiro set point. O ponteiro desperdiçou o saque, mas após passe de Marlon, atacou pelo meio e fechou em 25/23.

Melhor do mundo no ano passado, Murilo, assim como no primeiro set, tinha dificuldade de atacar. E a Polônia continuava pressionando. Bartman explorou o bloqueio, e o time foi para a parada-técnica em vantagem. O Brasil tentava impedir que os donos da casa abrissem dois pontos. Théo empatou em 12 a 12 e, no lance seguinte, o árbitro não deu um desvio de Lucão no ataque de Kurek. No empate em 14, Murilo por pouco não marcou pela primeira vez, em uma pancada, mas a Polônia defendeu. Coube a Bruninho, de segunda, garantir o ponto. No 16º ponto polonês, Bernardinho se desesperou quando o árbitro voltou atrás e marcou um desvio do bloqueio brasileiro.
Na volta do tempo-técnico, a Polônia abriu 17 a 15, e Bernardinho parou o jogo. A bronca não adiantou. Numa bola para fora de Théo, os donos da casa abriram 19 a 16. Em um erro de Lucão, 21 a 17, a maior diferença do jogo até aquele momento. E Bernardinho parou de novo. Na volta, foi Murilo quem atacou para fora. Dante foi bloqueado, e a Polônia abriu 24 a 17. O Brasil salvou um set point, mas Bartman, de novo ele, fechou em 25 a 18.

Murilo marca o primeiro ponto apenas no terceiro set

No terceiro set, a história parecia se repetir. Em dois minutos de desconcentração do lado brasileiro, a Polônia abriu 3 a 1. Mas foi só um susto. Sidão, com dois pontos seguidos de saque, virou. Murilo, que seguia sem nenhum ponto, levantou para Théo ampliar. Dante e Lucão aumentaram para 7 a 3, e os poloneses só voltaram a marcar em um bloqueio de Kurek. No tempo-técnico, o Brasil tinha 8 a 4.

Se Murilo não conseguia atacar, investia em outros fundamentos. Foi com um bloqueio que ele marcou pela primeira vez, abrindo 14 a 7. No tempo-técnico, a vantagem era de seis pontos. Quando o Brasil abriu 18 a 11, o italiano Anastasi, técnico da Polônia, parou a partida e trocou quatro jogadores. Nada adiantou. Murilo fez seu primeiro ponto de ataque em 20 a 13 e se empolgou. Marcou mais um e levou o Brasil a 23 a 14. A Polônia evitou dois set points, até Grzegorz errar um saque. Bruninho, de ace, fechou em 25 a 16.
Murilo acerta a mão no ataque e fecha o jogo com um bloqueio

A Polônia voltou a assustar no quarto set e, na primeira parada, a vantagem era de três pontos. Lucão, em um bloqueio simples, encostou em 7 a 8. Murilo marcou seu quarto ponto, em um ataque. Uma bola para fora de Bartman pôs o Brasil na frente pela primeira vez no set. Sidão bloqueou Kuerk e abriu 13 a 11.
Os poloneses tentavam, aos trancos e barrancos, se manter vivos: Kurek assustava no ataque, e o bloqueio funcionava bem. Quando empataram em 19, Bernardinho parou. E de novo deu um puxão de orelha. A liderança já estava garantida. Faltavam cinco pontos para a vitória. A Polônia ultrapassou em 22 a 21, mas Théo empatou - seu 20º e último ponto no jogo. Um ataque para fora dos donos da casa fez Anastasi parar o jogo. Wallace, que pouco ficou em quadra, marcou de bloqueio. A Polônia salvou dois match points, um deles em uma condução de Marlon: 24 a 24. Lucão recuperou a vantagem. E coube a Murilo fechar, com seu quinto ponto.

terça-feira, 28 de junho de 2011

LIGA MUNDIAL: Longa viagem até a Polônia

A seleção brasileira enfrentou entre ontem e hoje sua mais longa e cansativa viagem na Liga Mundial 2011. O grupo, que deixou Tulsa, nos Estados Unidos, no começo da tarde de domingo, só chegou a Katowice, onde enfrenta a Polônia, na quarta e na quinta, quando já era madrugada.
Ao todo, a seleção passou por quatro cidades no trajeto (Dallas, Londres, Varsóvia e Katowice), tomando três vôos e percorrendo o último trecho de ônibus. Ao todo, foram aproximadamente 26 horas de viagem.
Durante uma parada para comer na estrada, entre Varsóvia e Katowice, nossos campeões foram muito assediados por torcedores poloneses. No desembarque, na capital, uma emissora de TV aguardava para falar com os brasileiros. Segundo os jogadores, a Polônia é um dos lugares onde os torcedores são mais fanáticos pelo vôlei no mundo, ao lado do Brasil, claro.
Agora que todos já estão devidamente acomodados, a ordem é descansar, pois o primeiro jogo será em menos de 48 horas. Sabendo disso, o técnico Bernardinho liberou os jogadores das atividades na manhã desta terça. O único treino do dia será no início da noite, no Spodek, ginásio da partida.

Por dentro da liga

domingo, 26 de junho de 2011

Liga Mundial: Brasil vai à Polônia em busca da vaga na Fase Final


Estender a permanência na Polônia de uma para duas semanas é o objetivo da seleção brasileira de vôlei, que deixa Tulsa, nos Estados Unidos, neste DOMINGO (26.06), rumo a Katowice, onde disputará a última rodada da fase classificatória da Liga Mundial 2011.

O Brasil desembarcará na cidade polonesa na noite de SEGUNDA-FEIRA (27.06), com os 24 pontos que conquistou nas dez primeiras partidas na competição. Para garantir matematicamente a vaga na Fase Final, que acontecerá entre os dias seis e 10 de julho, na também polonesa Gdansk, a equipe eneacampeã da competição precisará somar apenas um ponto, ou seja, pode até perder as duas partidas para a Polônia, desde que vença dois sets em um dos dois confrontos.

Polônia e Estados Unidos são os vice-líderes do Grupo A, com 18 pontos cada. De acordo com o regulamento da Liga Mundial, avançarão à Fase Final as duas melhores equipes de cada chave. Sede da etapa decisiva, a Polônia ocupará a vaga do segundo colocado de pior campanha caso não esteja entre as equipes classificadas do Grupo A ao fim da primeira fase.

A longa viagem e o pouco tempo para treinar preocupam bastante o técnico Bernardinho. "Faremos uma viagem muito longa e chegaremos a Katowice praticamente na véspera do primeiro jogo. Só teremos um dia para preparar a equipe para os dois jogos decisivos que teremos. Além disso, o tempo será curtíssimo para nos adaptamos à diferença de fuso horário, que será de seis horas em relação aos Estados Unidos", diz o treinador.

Para o levantador Bruno, além de garantir matematicamente a vaga, o Brasil tem outro objetivo a alcanças nas últimas partidas antes da Fase Final.

"Vamos em busca deste ponto que falta, mas sabemos que o mais importante é que a equipe consiga encontrar o equilíbrio. A Polônia é um time forte, com bloqueio alto e que costuma crescer quando joga em casa. Serão dois jogos complicados", espera.

O grupo brasileiro viajará com os 14 jogadores que enfrentaram os Estados Unidos em Tulsa - os levantadores Bruno e Marlon, os opostos Leandro Vissotto e Theo, os ponteiros Giba, Dante, Murilo, João Paulo Bravo e Thiago Alves, os centrais Rodrigão, Lucas e Sidão e os líberos Serginho e Mario Junior - e ganhará o reforço do oposto Wallace, que vai diretamente do Brasil para a cidade polonesa.

As partidas entre Brasil e Polônia serão realizadas na QUARTA-FEIRA (29.06) e na QUINTA-FEIRA (30.06), às 15h30, e serão transmitidas ao vivo pelos canais Sportv e Esporte Interativo.
Divulgação

Reprise: Em jogo nervoso, EUA vencem em casa e adiam classificação do Brasil Seleção comete muitos erros na defesa e no bloqueio na partida em Tulsa


A rivalidade com os americanos mais uma vez entrou em quadra. Em um jogo muito nervoso, com direito a erros da arbitragem para o time da casa, os Estados Unidos deram o troco da derrota de sexta-feira e venceram o Brasil por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 25/23, 22/25 e 25/23, em 1h57m, na partida disputada em Tulsa, no estado de Oklahoma. A classificação para a fase final, entretanto, continua bem encaminhada: com 24 pontos no Grupo A, o time precisa vencer dois sets em um dos dois jogos contra a Polônia, na próxima semana.
Ao contrário de sexta-feira, os americanos entraram muito bem em quadra. O destaque do jogo foi o central David Lee, que venceu o duelo contra o brasileiro Rodrigão. Além de bons ataques, o rival se sobressaiu no bloqueio. O maior pontuador do jogo foi o capitão William Priddy, com 17 pontos. Pelo Brasil, que chegou a apresentar uma reclamação formal contra o árbitro ao delegado do jogo no fim do segundo set, Murilo terminou com 15.
- O time não entrou com o mesmo foco, não teve a mesma postura de ontem. Defendemos muito menos do que ontem. Mas, mesmo jogando abaixo, tivemos as oportunidades de chegar no jogo. Mas não conseguimos e vale a pena a reflexão sobre isso - disse Bernardinho ao SporTV.
O Brasil começou o segundo jogo contra os Estados Unidos muito bem. Com Giba bem no saque, o time chegou a abrir uma boa vantagem bem no início, mas os rivais empataram o jogo em 5/5. A partida continuou equilibrada até a metade do set, quando Stanley encaixou uma boa sequência no saque e abriu 15/12 para os americanos, que ampliaram a vantagem até o fim do set e fecharam a primeira parcial em 25/20, após alguns erros da seleção de Bernardinho, em 25 minutos.
No segundo set, os brasileiros voltaram mais atentos, mas o bloqueio americano deixava o jogo bem equilibrado. Destaque do jogo de sexta-feira, o oposto Theo era um dos mais marcados. Ele só fez seu primeiro ponto no jogo quando o Brasil abriu 4/3. As duas seleções trocaram vantagem até o meio do período, quando Giba cometeu dois erros seguidos de ataque e deixou que os EUA abrissem 14/12. O time de Bernardinho se recuperou após o tempo técnico e empatou em 18/18.
Com o Brasil nervoso, algumas marcações da arbitragem em favor dos EUA começaram a irritar os jogadores. Os americanos abriram 21/19 com uma polêmica invasão por baixo de Murilo, não mostrada pelos replays. A seleção até tentou se recuperar com boas jogadas do levantador Bruninho, mas acabou perdendo a segunda parcial por 25/23, em 35 minutos.
Apesar disso, o nervosismo ficou longe da quadra no início do terceiro set. Os brasileiros começaram sacando muito bem e abriram uma vantagem de quatro pontos: 9/5. Apesar da boa atuação do meio de rede David Lee, o time de Bernardinho deslanchou e abriu 18/13. Entretanto, o desequilíbrio voltou a atacar na seleção e após alguns erros de Giba encostou no placar: 18/17. O técnico colocou Dante em quadra no lugar do camisa 7 e o Brasil recuperou a vantagem de dois pontos. Com um bom saque de Bruninho, o time fechou o terceiro set em 25/23, em 30 minutos.
Após o susto, os americanos voltaram mais ligados para o quarto set. Com bons ataques, eles abriram 8/4 antes do primeiro tempo técnico da parcial. O Brasil chegou a se aproximar, mas esbarrou mais uma vez nos erros de bloqueio e de defesa. Além disso, os saques forçados funcionaram pouco contra os EUA. Eles ainda cometeram erros no fim do set, mas Priddy atacou bem, fechou o set em 25/23, em 31 minutos e o jogo em 3 sets a 1.
Divulgação: Globo Esporte

sábado, 25 de junho de 2011

Brasil derrota EUA e encaminha a classificação para fase final da Liga Apesar de desatenção no terceiro set, seleção vence por 3 a 1 fora de casa


O Brasil deu um passo importante em direção à fase final da Liga Mundial de Vôlei. Apesar da desatenção no terceiro set, a seleção brasileira foi superior durante boa parte do jogo e venceu os Estados Unidos por 3 sets a 1, parciais de 25/21, 25/20, 21/25 e 25/19. Com o resultado da noite desta sexta-feira, em Tulsa, a equipe de Bernardinho chega a 24 pontos no Grupo A e está a um ponto da vaga na etapa que será disputada em Katowice, na Polônia.
Faltando três rodadas para o término da fase de classificação, a seleção brasileira consegue a vaga matematicamente com mais um ponto. Para isso, pode até perder seus últimos três compromissos, desde que um deles seja por 3 sets a 2. A primeira chance será neste sábado, às 21h (de Brasília), outra vez contra os Estados Unidos, em Tulsa. O SporTV transmite ao vivo.
Quando o primeiro set estava empatado em 6/6, Leandro Vissotto sentiu uma fisgada na virilha e deixou a quadra. Para sorte do Brasil, Theo entrou inspirado. O oposto foi o maior pontuador do set (seis pontos) e ajudou a seleção a comandar ditar o ritmo da partida.
Porém, apesar da superioridade, o time de Bernardinho não conseguia se distanciar. Em uma sequência de saques de Stanley, os americanos conseguiram complicar ainda mais e empataram o duelo em 20/20. Mas o Brasil cresceu na hora certa. Sacando bem e aproveitando os contra-ataques, a seleção marcou quatro pontos seguidos e fechou o set em 25/21.
O Brasil manteve o bom ritmo no início do segundo set e, sem grandes problemas, abriu 4/0. Mas, depois de um pedido de tempo, os Estados Unidos se recuperaram, empatando a parcial. Mas Murilo resolveu aparecer e, com quatro pontos seguidos do ponteiro, além de um bloqueio de Rodrigão e um ataque de Théo, a seleção conseguiu abrir cinco pontos: 11/6. Os americanos até tentaram endurecer no fim do set, mas já era tarde: 25/20 para os brasileiros.
A equipe brasileira começou mais uma vez melhor no terceiro set, abrindo 5/2. Mas os Estados Unidos se recuperaram rapidamente e, depois de equilibrar o duelo, conseguiram abrir boa vantagem, se aproveitando dos erros da seleção: 18/13. Com a entrada de Marlon e a estreia de Dante na Liga Mundial, a equipe de Bernardinho até ensaiou uma reação, diminuiu a distância para dois pontos, mas não evitou o sucesso do adversário: 25/21.
Os brasileiros não se abateram e começaram o quarto set com agressividade. Mas, depois de abrir três pontos, o time deixou os donos da casa empatarem. O equilíbrio durou até a metade do set. Depois que abriu 14/10, o Brasil não deixou mais o rival se aproximar. Contando com grandes atuações de Theo (maior pontuador do jogo com 24 pontos), Murilo e Giba (17 pontos cada), a seleção fechou a parcial por 25/19 e garantiu a vitória por 3 sets a 1.
Divulgação: Globo Esporte